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A Podenga Portuguesa

Mulher dramática, pensativa, inquieta, feliz e infeliz. Que carrega o peso do mundo nas costas. Que é filha da mãe natureza. Acredita no amor, na empatia, na verdade, na hipótese.

A Podenga Portuguesa

Mulher dramática, pensativa, inquieta, feliz e infeliz. Que carrega o peso do mundo nas costas. Que é filha da mãe natureza. Acredita no amor, na empatia, na verdade, na hipótese.

Vicios

são noites mulatas manhãs madrastas que esperam por mim são copos e cartões linhas e pilões que me deixam assim feliz ao acaso e quando quiser  procuro um homem, quiçá uma mulher e (...)

Sei eu (poema)

Puxei-te para dançar e resististe Tinhas-me visto nos braços alheios e não gostaste e assim me castigaste por não me saber comportar.   Mas quando a noite acabar vais ser meu da mesma forma (...)

Escolhas pouco certas

Não sei onde quero chegar com estas apostas sempre iguais umas as outras com o destino traçado  embrulho-me com o diabo e ainda rezo para ter sorte!   É mais que mutilação aquilo que (...)

Respostas da vida

              Eu só combino saídasporque as voltas da minha vidasouberam a pouco, bem seiespremo o tempo para caber momentosfuturos pensamentosde presentes que errei. Se ao (...)

Leva-me já (poema)

Leva-me já, quero fugirEstou sem limite de destruiçãoSem pingo de discernimento ou emoçãoCapaz de me impedir. Leva-me já, para onde quer que váNão importa, não me arrependoE até te (...)

O fim (poema)

 não me peçam para ser menos do que vejono fundo desejonem ver nem sabermas que posso eu fazerse cabem em mim todos os problemas do mundo? no fundo não posso desejar ser menosque varias (...)