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A Podenga Portuguesa

Mulher dramática, pensativa, inquieta, feliz e infeliz. Que carrega o peso do mundo nas costas. Que é filha da mãe natureza. Acredita no amor, na empatia, na verdade, na hipótese.

A Podenga Portuguesa

Mulher dramática, pensativa, inquieta, feliz e infeliz. Que carrega o peso do mundo nas costas. Que é filha da mãe natureza. Acredita no amor, na empatia, na verdade, na hipótese.

Vicios

são noites mulatas manhãs madrastas que esperam por mim são copos e cartões linhas e pilões que me deixam assim feliz ao acaso e quando quiser  procuro um homem, quiçá uma mulher

Stephen Hawking

Vai-se o mundo vão-se os génios resta pouco aos humanos   são minutos são segundos meros vivos vagabundos   nus estamos presos ficamos do pó nascemos ao pó voltamos.  

Sei eu (poema)

Puxei-te para dançar e resististe Tinhas-me visto nos braços alheios e não gostaste e assim me castigaste por não me saber comportar.   Mas quando a noite acabar vais ser meu da mesma (...)

Escolhas pouco certas

Não sei onde quero chegar com estas apostas sempre iguais umas as outras com o destino traçado  embrulho-me com o diabo e ainda rezo para ter sorte!   É mais que mutilação aquilo (...)

Respostas da vida

                            Eu só combino saídas porque as voltas da minha vida souberam a pouco, bem sei espremo o tempo para caber momentos futuros pensamentos de presentes (...)

Leva-me já (poema)

Leva-me já, quero fugir Estou sem limite de destruição Sem pingo de discernimento ou emoção Capaz de me impedir.   Leva-me já, para onde quer que vá Não importa, não me arrependo E (...)

O fim (poema)

  não me peçam para ser menos do que vejo no fundo desejo nem ver nem saber mas que posso eu fazer se cabem em mim todos os problemas do mundo?   no fundo não posso desejar ser menos que (...)