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A Podenga Portuguesa

Mulher dramática, pensativa, inquieta, feliz e infeliz. Que carrega o peso do mundo nas costas. Que é filha da mãe natureza. Acredita no amor, na empatia, na verdade, na hipótese.

A Podenga Portuguesa

06
Mar18

Recorrer à terapia? Sim ou Não?

Faz por esta altura dois anos que me despedi, em dor e sofrimento, completamente inconsciente de mim e dos outros.

 

Acordei um dia para ir aos correios e não me lembro de muito mais.

Desatei a chorar e parecia que ia morrer.

Liguei à pessoa mais importante da minha vida.

 

Hoje sinto-me igual, pena que essa pessoa já não está na minha vida. Seria tudo mais fácil...Ou não.

O mais engraçado é que precisamente 2 anos antes, em 2014, tinha-me acontecido o mesmo.

 

Ou seja, parece que num ciclo de dois em dois anos a minha vida quer purgar coisas que, de alguma forma, eu volto a engolir e isto nunca mais passa da cepa torta.

Mudo o contexto, mas os sentimentos são os mesmos.

Se calhar em vez de mudar de contexto seria bom de uma "vez por todas" actuar na causa e descobrir o que raio se passa comigo.

Este ano não pode ser mais um ano deitado fora. Não pode.

Foi então que desabafei com um professor de biologia que conheço que me aconselhou uma medica psiquiatra.

 

Sou completamente céptica a tudo o que seja terapias psíquicas, sejam elas tradicionais ou alternativas.

Para mim os terapeutas existem para ganhar dinheiro à custa do sofrimento dos outros.

Então com a experiência que tive com a ultima médica, valha-me Deus.

No entanto, já estou por tudo.

 

Esta médica é especializada no método psicoterapêutico de análise bioenergética de Alexander Lowen, disse-me ele.

Estive a pesquisar um bocadinho e resumidamente o que entendi foi que o objectivo é fazer com o que o paciente se auto-regenere através da consciencialização do seu corpo num conjunto de movimentos previamente testados.

Isso vai fazer com que se desbloqueiem traumas que existem, numa espécie de harmonia entre corpo-mente-espírito.

 

É como se fosse fazer um carro pegar de empurrão vá. Sendo que eu sou o carro.

Ou fazer um coração voltar a bater através de choques eléctricos, só que essa energia é produzida por mim.

 

Enfim, foi o que entendi.

Como sou uma apaixonada por dança e sei bem o boost que esta me dá quando a tenho na minha vida mais frequentemente pensei...porque não?

Já enviei um email à médica.

 

Supostamente ela é muito cara (que surpresa), mas segundo ele, é a melhor na área.

Ah e também certificada pelo Associação Portuguesa de Análise Bioenergética.

Deve querer dizer alguma coisa.

Antes de mais só espero ter empatia com a pessoa e isso só vou conseguir saber numa primeira consulta.

 

Vamos ver o que sai daqui.

 

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