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A Podenga Portuguesa

Mulher dramática, pensativa, inquieta, feliz e infeliz. Que carrega o peso do mundo nas costas. Que é filha da mãe natureza. Acredita no amor, na empatia, na verdade, na hipótese.

A Podenga Portuguesa

13
Mar17

Não sejas tão dura contigo

Não te desestabilizes assim

Ele não vale a consequência que é

Estares tantas madrugadas de pé

Na esperança de uma mensagem

 

Não te diminuas dessa maneira

A colocar a tua vida em pausa

Para assistir na plateia

À vida social que ele presenteia

As que como tu lhe seguem o rasto.

 

Não penses mais nisso, não vale o esforço!

Não foi é porque não tinha de ser!

Como já te devem ter dito um dia

O que arde cura

E o amor...tem de doer.

 

Não fiques à espera dele

Tu sabes que ele não vem!

Diz-me

Se souberes QUEM

Arriscaria

Nesta sociedade podre e vazia

Perder um amor que vale por cem?

 

Não, pára!

Não te ponhas a relembrar!

Para quê olhar essas fotografias e pensar

Que tudo pode voltar a acontecer?

Tu sabes que não podes permitir

Que um dia ele volte a sentir

A tua submissa forma de perder

 

Não, já chega!

Desta estranha forma de sofrer

O que é isto de chorar a toda a hora?

Não fazeres mais o que fazias outrora

Por quem nunca te valorizou?

 

Ok! se é assim que queres aceito!

Não posso fazer mais do teu jeito

E continuar a aceitar

Que te maltrates à minha frente

Vou deixar de te aconselhar

Vou deixar o tempo mostrar

Que ele não passou de uma aprendizagem

Sem relevância ou percentagem

Neste curso intensivo que é

Amar.

 

By: Podenga